quinta-feira, 30 de agosto de 2012

ESTÁ EM SALVADOR?

ENTÃO NÃO DEIXE DE VISITAR O MUSEU GEOLÓGICO DA BAHIA


Ele está localizado na Avenida Sete de Setembro, 2195, Corredor da Vitória, em Salvador. O museu dispõe de estrutura, instalações e coleções equiparadas como alguns dos melhores museus, de mesmo tema, em funcionamento nos Estados Unidos e na Europa. 
Visitamos a SALA DE FÓSSEIS onde pudemos conhecer vários exemplares fósseis, de grupos mais antigos até grupos mais recentes. Vimos estromatólitos (Figura 1), trilobitas (Figura 2), peixes, madeira fossilizada (Figura 3), gastrópodes, equinodermos, artrópodes, etc. Neste mesmo salão tivemos a oportunidade de ver a réplica de um mastodonte (Figura 4) e reconstituição de seu esqueleto (Figura 5).



Figura 1: Fósseis de Estromatólitos (Icnofósseis)
Figura 2: Trilobitas

Figura 3: Madeira carbonizada
Figura 4: Réplica de um Mastodonte

Figura 5: Reconstituição do esqueleto de mastodonte

Por fim, visitamos algumas salas mais destinadas à área de Geologia, onde foi possível observar diferentes rochas e minerais (comparando a diferença na sua composição, formação e ocorrência), várias pedras preciosas, a réplica de um meteorito (Figura 6) e a sala destinada à indústria de petrolífera (equipamentos e procedimentos utilizados na identificação de locais que contem petróleo).

Figura 6: Réplica do meteorito Bedengó

A visita ao Museu Geológico da Bahia também foi positiva, uma vez que pudemos compreender e ampliar os conhecimentos sobre a evolução das espécies evidenciada pelo registro fossilífero, desde os estromatólitos aos Mamíferos. Uma verdadeira viagem pelo tempo geológico!


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

VAMOS FAZER UMA VIAGEM AO ESPAÇO?

MUSEU PARQUE DO SABER   

O museu Parque do Saber é um museu de Ciências e também fala da história e cultura de Feira de Santana (BA), como exemplo de fotografias da exposição vimos como era a Ponte do Rio Branco e como ela está hoje (Figura 1).



Figura 1: Mostra fotográfica no Museu Parque do Saber evidenciando o ontem  e o Hoje da Ponte Rio Branco.

   Neste museu também tivemos a oportunidade de conhecer o teatro virtual, cuja tecnologia empregada possibilita a projeção de diversos tipos de vídeos em uma cúpula de 13 m de diâmetro. A cúpula do teatro cobre um auditório com capacidade para 165 pessoas e o equipamento de projeção de última geração é o ZKP4 Quinto, o único instalado na América do Sul.
     A experiência dentro da cúpula do teatro foi indescritível... uma sensação de que éramos tripulantes de uma espaçonave, observando as estrelas e constelações bem de perto... em outro momento de estarmos em um “submarino” conhecendo o fundo do mar... FOI MAGNÍFICO!

Próximo destino? Museu Geológico da Bahia (Salvador)...

Dinossauros no Carnaval? Como assim?


Dinossauros sempre fizeram parte da história e do imaginário de todos. Além de histórias, pesquisas e filmes, como o fictício Jurassic Park, dirigido pelo mago da ficção Steven Spielberg, que encantou e aguçou a curiosidade de crianças e adultos em todo o mundo. Os dinossauros também foram estrelas no carnaval da sapucaí em 2011. Encontrei uma publicação sobre o tema bem interessante. A seguir:

Fósseis no carnaval

Temas científicos, incluindo o estudo de fósseis, são muitas vezes retratados na principal festa popular brasileira. Na sua coluna deste mês, Alexander Kellner traz alguns exemplos de escolas de samba que apresentaram animais extintos em seu enredo.
Por: Alexander Kellner
Publicado em 09/03/2012 | Atualizado em 09/03/2012
Fósseis no carnaval

Em 2011, o carro abre-alas da escola de samba União da Ilha do Governador trazia diversos crânios de dinossauros. O enredo retratava aspectos da viagem do naturalista inglês Charles Darwin. (foto: Luiz Fernando e Sonia Maria/ Flickr – CC BY 2.0)
carnaval é seguramente a festa mais popular do Brasil e tem ganhado cada vez mais impulso em todas as cidades do país. No Rio de Janeiro, onde acontecem os mundialmente famosos desfiles de escolas de samba, centenas de profissionais passam o ano preparando a folia que, por alguns dias, agita a vida de milhões depessoas.
Como não podia deixar de ser, toda manifestação popular acaba incorporando diversos aspectos da sociedade, como elementos culturais e costumes. E a ciência também não fica de fora, tendo sido enfocada em maior ou menor escala nos enredos das escolasde samba ou nos blocos carnavalescos, que têm se transformado em uma alternativa cada vez mais popular para a diversão dos foliões.
A citação do físico Cesar Lattes (1924-2005) no samba-enredo da Estação Primeira deMangueira em 1947 e o memorável carro do DNA, que tanto maravilhou aqueles que puderam assistir ao desfile da escola de samba Unidos da Tijuca na avenida ou pela televisão em 2004, são dois bons exemplos.


Dinossauros e samba

Ao fazer uma pesquisa, pude constatar que também a paleontologia – como a ciência do estudo dos fósseis é chamada – pode ser encontrada em temas desenvolvidos pelas escolas de samba. Não sei exatamente quando o primeiro fóssil foi retratado em um enredo e agradeceria muito se algum leitor acabar descobrindo essa informação. Porém, não é muito raro que agremiações apresentem em seus desfiles fantasias e carros alegóricos que reproduzam algum fóssil, geralmente os de dinossauros.
Não é muito raro que agremiações apresentem em seus desfiles fantasias e carros alegóricos que reproduzam algum fóssil
Um desses registros foi apresentado nodesfile de 1990 pelo artista plástico recentemente falecido Joãosinho Trinta (1933-2011). Então carnavalesco da escolade samba Beija-flor de Nilópolis, eledesenvolveu o enredo ‘Todo mundo nasceu nu’. Para enfatizar a questão da nossa origem, trouxe no carro abre-alas um dinossauro. Irreverente como era, ocarnavalesco pôs um homem na bocarra do réptil extinto, como se o mesmo estivesse sendo engolido em plena Marquês de Sapucaí.
Outro enredo que chamou muita atenção foi ‘O mistério da vida’, desenvolvido pela União da Ilha do Governador em 2011 e no qual a escola procurou retratar aspectos da viagem do famoso naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882). No carro abre-alas, aparecem diversos crânios de dinossauros, mostrando claramente que qualquer tema que envolva a evolução passa pela pesquisa dos fósseis. E esse enredo ainda trouxe muitos outros elementos associados aos fósseis.
O mais badalado carnavalesco da atualidade, Paulo Barros, é outro que usou fósseis em alguns dos temas desenvolvidos para a escola de samba Unidos da Tijuca. Entre as fantasias mais interessantes estão os dinossauros que apareceram em diversas alas do enredo ‘Esta noite levarei sua alma’desenvolvido em 2011. A azul-e-amarelo ficou com o vice-campeonato daquele ano – muitos acharam, inclusive, que ela merecia a primeira colocação.
Fantasia de dinossauro
Fantasia de dinossauro apresentada no desfile da Unidos da Tijuca, que em 2011desenvolveu o enredo ‘Essa noite levarei sua alma’ e ficou com o vice-campeonato. (foto: reprodução)
Outra escola de samba que retratou animais extintos em seu desfile foi a Acadêmicos do Grande Rio no enredo ‘Do verde de Coari, vem meu gás, Sapucaí’, de 2008. A agremiação de Duque de Caxias enfocou desde o início do universo até a exploração degás natural, que trouxe iluminação para as cidades.
A era dos dinossauros, com seus répteis gigantes, foi retratada como a origem do gás e do petróleo, embora do ponto de vista científico não seja bem assim. Hoje sabemos que os organismos que mais forneceram matéria orgânica para a formação do petróleo foram os microrganismos marinhos. Um detalhe que não tira o mérito da escola desamba ao enfocar essa temática.


Museu Nacional como enredo

Não apenas nodesfiles das principais escolas de samba aparecem os fósseis. Em 2008, a escola de samba Arrastão de Cascadura desenvolveu o enredo ‘Paço de São Cristóvão: do Palácio Real ao Museu Nacional, 200 anode história’ e conquistou o segundo lugar do grupo C, conseguindo, assim, voltar a desfilar no sambódromo depois de uma longa ausência.
Dinossauro em carro alegórico
Dinossauro que fez parte do enredo ‘Paço de São Cristóvão: do Palácio Real ao Museu Nacional, 200 anode História’, desenvolvido pela escola de samba Arrastão de Cascadura no desfile de 2008 do grupo C. (foto: Alexander Kellner)
A escola de samba contou com apoio do Museu Nacional/UFRJ, que forneceu não apenas auxílio na pesquisa para o desenvolvimento do enredo, como também algumas peças. Quem disse que museu não dá samba?
Algumas pessoas – incluindo cientistas – têm certas reservas quando temas científicos são apresentados em expressões ou festas populares, entre elas, o carnaval.
As maiores críticas estão sempre vinculadas à precisão científica, uma vez que, na maioria dos casos, não há condições de aprofundar o tema, o que pode levar a interpretações erradas. Dinossauros equivocadamente retratados como a origem dasnossas reservas de petróleo são um bom exemplo.
Múmia em carro alegórico
Além de dinossauros, o enredo de 2008 da escola de samba Arrastão deCascadura falava de outros aspectos da ciência, inclusive o estudo de múmias. (foto: Alexander Kellner)
Outra preocupação constante está no risco da banalização de assuntos científicos, o que pode, inclusive, descambar para o deboche. Sem dúvida, um sério risco.
Mas, por outro lado, existe algum assunto sobre o qual não se possa fazer uma boa piada? Políticos, empresários, situações que fogem do cotidiano não são constantemente expostos de forma alternativa? Ainda mais pelo nosso povo, conhecido mundialmente pela sua irreverência!
Abordar a ciência em eventos de massa é uma excelente maneira de a população tomar conhecimento de um tema científico
Pessoalmente, acho ótima a apresentação de assuntos científicos – incluindo o estudo dos fósseis – em manifestações populares como essa maravilhosa festa que é o carnaval. Claro que não é interessante quando um conceito científico é mal desenvolvido – o que poderia ser facilmente evitado com uma consultoria básica, muitas vezes gratuita, dada por pesquisadores, se estes fossem consultados.
De qualquer forma, abordar a ciência em eventos de massa é uma excelente maneira de a população tomar conhecimento – mesmo que superficial – de um tema científico. Além disso, não podemos esquecer que o carnaval é uma festa e não tem que ter (felizmente!) a precisão que os cientistas necessitam no seu trabalho.
Alexander Kellner
Museu Nacional/UFRJ

Academia Brasileira de Ciências



Mas não só em pesquisa e samba estão os dinossauros. Eles também curtiram um frevo. 
 (Foto Amannda Oliveira) 










                        

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

VALE A PENA CONHECER!!!


Olá pessoal, tivemos a grande oportunidade de conhecer nos dias 01 e 02/08/12 o MUSEU ANTARES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, o MUSEU PARQUE DO SABER E o MUSEU GEOLÓGICO DA BAHIA. Logo abaixo compartilharemos com vocês um pouco daquilo que pudemos conhecer e observar durantes estas visitas.

1. O Museu Antares de Ciência e Tecnologia conta com espaços como Planetário, A Conquista Espacial, Espaço Natureza, o “parque dos dinossauros” e diversas atividades interativas, palestras, vídeos educativos, etc.
    No primeiro momento conhecemos o ESPAÇO NATUREZA que é uma divisão de caráter expositivo, destinado às Ciências Naturais, abordando temas especais sobre a fauna e flora ocorrentes no estado da Bahia.
  No seu acervo encontramos peças ósseas (figura 1), esqueletos completos de diferentes vertebrados como peixes, répteis, aves e mamíferos (figura 2), diversos exemplares de invertebrados (figura 3), animais taxidermizados (figura 4) de diferentes grupos, entre outros.

Figura 1: Peças ósseas de Crânio de Porco e Crânio de Cavalo.

Figura 2: Esqueleto completo de uma Codorna (Ave) e de um Rato (Mamífero).


Figura 3: Exemplar de invertebrado (Coleoptera, Hexapoda, Arthropoda)

Figura 4: Sariguê taxidermizado.
    Ainda nesse mesmo espaço vimos a representação da diversidade faunística e florística de alguns ecossistemas  brasileiros como Litorâneo/Marinho, Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado.

Figura 5: Ictiorama representando alguns animais que vivem em ambiente marinho (litorâneo).

Figura 6: Ictiorama representando a fauna e flora característica do bioma Mata Atlântica.

Figura 7: Ictiorama representando o bioma Caatinga.


    No segundo momento da visitação, ainda no Museu Antares, conhecemos as réplicas de Dinossauros e Pterossauros do Brasil (alguns em tamanhos originais), a exemplos: o Anhanguera santanae (Figura 8), pterossauro que viveu no Cretáceo Inferior há cerca de 110 milhões de anos e se alimentava de peixes (piscívoro) e é proveniente da Formação Santana (Bacia do Araripe).



Figura 8: Réplica de um pterossauro (Anhanguera santanae). *Não corresponde ao tamanho original

    Conhecemos também a réplica do Staurikosaurus pricei (Figura 9), um dos primeiros fósseis de dinossauros encontrados no Brasil, viveu no Triássico Superior há cerca de 225 milhões de anos e era carnívoro. O fóssil desse dinossauro é provenientes da formação Santa Maria e é um dos dinossauros mais antigos (Bacia do Paraná)


    Figura 9: Réplica de um Staurikosaurus pricei.

  Antarctosaurus brasiliensis (Figura 10), dinossauro saurópodo da família Titanosauridae, viveu no Cretáceo Superior há cerca de 80 milhões de anos. Apesar de seu crânio não ter sido encontrado, sabe-se que ele era um animal herbívoro. É proveniente da Formação Adamantina (Bacia Bauru).


Figura 10: Réplica de um Antarctosaurus brasiliensis.
*O tamanho original é 3 vezes maior.
   Nesta mesma área do museu também encontramos belíssimas réplicas de um mamute (Figura 11) e de uma preguiça gigante (Figura 12), ambos mamíferos.


Figura 11: Réplica de um Mamute.


Figura 12: Réplica de uma preguiça gigante.

Breve postaremos mais curiosidades e fotos dos outros dois museus...Até!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012


               Equipe da UESB-Jequié em visita ao  Monumento Natural- Vale dos Dinossauros ( Sousa-PB)

domingo, 19 de agosto de 2012


Monumento Natural Vale dos DinossaurosSousa-PB.

Vale dos Dinossauros compreende uma curiosa área de cerca de 700 km2, na qual inclui-se a cidade de Sousa e outros dez municípios da região sertaneja paraibana, onde a generosidade da natureza presenteou aquela região com um legado histórico de valor inestimável. Fica no sertão da Paraiba um dos maiores achados do tesouro palanteológico do mundo, mais precisamente na cidade de Sousa conhecida como a Terra dos Dinossauros. Lá, você vai ver in loco a trilha com pegadas de dinossaurosfossilizadas, gravadas num leito de um rio e preservadas há 65 milhões de anos pela natureza, trançando um paralelo entre a passagem desses animais na terra e existência e a evolução da especie humana.
Monumento Natural Vale dos Dinossauros, Sousa-PB.

Fonte: SPU ( Secretaria do Patrimonio da União)

<http://patrimoniodetodos.gov.br/gerencias-regionais/spu-pb/pontos-turisticos-da-paraiba/monumento-natural-vale-dos-dinossauros-sousa-pb/view>

Paleocurtas

As últimas do mundo da paleontologia